Não sabe qual filme LGBTQIA+ assistir no streaming em 2025? Pois para agilizar seu tempo nessa imensa locadora online, a Híbrida preparou uma lista com os títulos essenciais e que estão disponíveis no Brasil entre todas as plataformas.
Na seleção, você encontra nomes consagrados no cinema queer, como Todd Haynes, Gregg Araki, Pedro Almodóvar e Karim Aïnouz; clássicos contemporâneos; pérolas do cinema nacional; e obras premiadas mundo afora. Nossa lista vai desde aqueles dramas inesquecíveis, a comédias imperdíveis, romances emocionantes e documentários marcantes.
Confira uma lista de 50 filmes LGBTQIA+ para assistir no streaming em 2025
- 120 Batimentos por Minuto (2017)
No início dos anos 1990, em Paris, Nathan (Arnaud Valois), um ativista do grupo ACT UP, se junta a outros jovens que lutam incansavelmente contra a epidemia da AIDS e o silêncio das autoridades sobre o tema. Na militância, ele conhece Sean (Nahuel Pérez Biscayart), que além de viver o luto da doença, também se envolve com o integrante. 120 Batimentos por Minuto, de Robin Campillo, traz uma poderosa reflexão sobre a resistência, o amor e a tragédia de uma geração que enfrentou a pandemia sem os recursos que hoje são indispensáveis. Disponível na Mubi.
- Alice Júnior (2019)
Dirigida por Gil Baroni, a comédia Alice Júnior reinventa o molde dos clássicos da Sessão da Tarde ao trazer a história de Alice (Anne Celestino Mota), uma adolescente trans que se muda para o interior e enfrenta os desafios de se ajustar a uma nova escola e cidade. Em meio às dificuldades e ao preconceito, ela busca viver sua verdade e encontrar aceitação. Leia aqui nossa matéria especial sobre o filme. Disponível no Telecine e no Globoplay.
- Ataque dos Cães (2021)
Vencedor do Oscar de Melhor Direção (Jane Campion), Ataque dos Cães mostra a crueldade da homossexualidade reprimida e da masculinidade frágil na história dos irmãos Phil (Benedict Cumberbatch) e George (Jesse Plemons), que juntos comandam a fazenda familiar recebida como herança. Disponível na Netflix.
- Carol (2015)
Em 1950, Therese (Rooney Mara), uma jovem vendedora de loja em Nova York, se vê fascinada por Carol (Cate Blanchett), uma mulher elegante e misteriosa que está em meio a um divórcio conturbado. À medida que a relação entre as duas se intensifica, elas enfrentam os desafios de uma sociedade conservadora. Dirigido por Todd Haynes, um dos mais importantes cineastas do cinema queer, Carol foi indicado a vários prêmios, incluindo seis categorias do Oscar. Disponível na Mubi e no Prime Video.
- Cazuza – O Tempo Não Para (2004)
Na cinebiografia Cazuza – O Tempo Não Para, de Sandra Werneck, Daniel Oliveira interpreta o icônico cantor brasileiro, retratando sua carreira desde o teatro, o sucesso com o Barão Vermelho, a trajetória solo até sua morte precoce em 1990. Disponível no Prime Video.
- Cidade dos Sonhos (2001)
Uma das principais obras do século XXI e do mestre surrealista David Lynch, Cidade dos Sonhos acompanha a aspirante a atriz Betty (Naomi Watts) que, ao se mudar para Los Angeles, envolve-se num mistério com uma mulher (Laura Harring) sobrevivente de uma tentativa de assassinato. Disponível no Cindie.
- Os Cinco Diabos (2022)
O francês Os Cinco Diabos acompanha Vicky (Sally Dramé), uma jovem que mora em uma vila isolada com sua mãe Joanne (Adèle Exarchopoulos). Quando a tia de Vicky retorna à cidade, um turbilhão de segredos familiares começa a ser revelado, enquanto a menina mergulha em um mistério ligado a seu próprio passado. Disponível na Mubi.
- Close (2022)
Em Close, acompanhamos a história de dois adolescentes, Léo (Eden Dambrine) e Rémi (Gustav De Waele), cuja amizade intensa é desafiada por um trágico evento que altera suas vidas para sempre. O filme, dirigido por Lukas Dhont, aborda questões delicadas de identidade, amizade e a pressão social sobre os jovens. Disponível na Mubi.
- Com Amor, Simon (2017)
De Greg Berlanti, a comédia romântica Com Amor, Simon ganhou destaque por trazer leveza ao contar a história de Simon Spier (Nick Robinson), um adolescente de 17 anos que leva uma vida aparentemente normal, mas esconde um grande segredo: ainda não revelou ser gay para sua família e amigos. Disponível no Disney+.
- Corpo Elétrico (2017)
Dirigido e escrito por Marcelo Caetano, Corpo Elétrico acompanha Elias (Kelner Macêdo), um jovem nordestino que vive em São Paulo. Com a chegada de Fernando (Welket Bunguê) em seu trabalho, Elias desperta um novo interesse pela linha de produção e pela possibilidade de algo mais profundo. Disponível no Telecine.
- Desobediência (2017)
Ronit (Rachel Weisz) retorna à comunidade ortodoxa judaica após a morte do pai, um rabino de grande respeito. Lá, reencontra Esti (Rachel McAdams), sua antiga amiga e amante. A conexão entre elas é rapidamente reativada, desafiando as normas religiosas e sociais que moldaram suas vidas. Disponível no Prime Video.
- Divinas Divas (2016)
O documentário Divinas Divas, de Leandra Leal, narra a trajetória de oito artistas travestis pioneiras do Teatro Rival, como Rogéria, Eloína dos Leopardos, Jane Di Castro, Divina Valéria, dentre outras, e suas histórias de resistência e talento desde a década de 1960. Disponível na Netflix.
- A Favorita (2018)
No início do século XVIII, a corte inglesa vive um momento de tensão, onde as disputas de poder tomam conta do palácio. A rainha Ana (Olivia Colman), fragilizada pela saúde e pelas perdas pessoais, se vê cercada pela manipulação de suas duas conselheiras: a ambiciosa Sarah Churchill (Rachel Weisz) e a astuta Abigail (Emma Stone). À medida que as rivalidades entre as duas mulheres aumentam, a luta pelo favoritismo da rainha se torna implacável. Dirigido por Yorgos Lanthimos, A Favorita é uma mistura de comédia e drama, que rendeu a Colman o Oscar de Melhor Atriz. Disponível na Disney+.
- Orgulho & Sedução (2022)
Esta divertida comédia de Andrew Ahn reinterpreta o romance de um dos grandes clássicos de Jane Austen, Orgulho & Preconceito, para o universo LGBTQIA+ ao seguir um grupo de amigos gays que viajam para a ilha de Fire Island, em Nova York, para uma semana de amor e risadas. Disponível no Disney+.
- Flores Raras (2013)
Flores Raras, dirigido por Bruno Barreto, narra a história da poetisa americana Elizabeth Bishop (Miranda Otto), uma mulher tímida e insegura que só se sente à vontade ao recitar seus versos para o amigo Roberrt Lowell (Treat Williams). Em busca de inspiração, ela viaja para o Rio de Janeiro e se hospeda na casa de uma amiga de faculdade, que vive com a arquiteta brasileira Lota de Macedo Soares (Glória Pires). A princípio, Elizabeth e Lota enfrentam dificuldades de convivência, mas logo se apaixonam profundamente uma pela outra. Disponível na Netflix.
- Fora de Série (2019)
Estreia de Olivia Wilde na direção, Fora de Série acompanha a história de Molly (Beanie Feldstein) e Amy (Kaitlyn Dever), duas amigas inseparáveis que, ao final do ensino médio, percebem que passaram todo o tempo se dedicando aos estudos e negligenciaram a diversão. Determinadas a aproveitar a última noite antes da formatura, as duas saem em busca de aventuras e descobertas. Disponível no Prime Video.
- Felizes Juntos (1997)
Pioneiro no cinema LGBTQIA+, Felizes Juntos, de Wong Kar-Wai, quebra barreiras ao retratar os embalos de um relacionamento homoafetivo de maneira poética, ao estilo do diretor. O filme acompanha a relação entre Ho Po-wing (Leslie Cheung) e Lai Yiu-fai (Tony Leung Chiu-Wai), dois homens de Hong Kong que se encontram em Buenos Aires enquanto tentam recomeçar suas vidas. Disponível na Mubi.
- Hoje Eu Quero Voltar Sozinho (2014)
Considerado um neoclássico do cinema nacional, Hoje Eu Quero Voltar Sozinho, do diretor Daniel Ribeiro, narra a história de Leonardo (Ghilherme Lobo), um adolescente cego que vive com sua mãe e deseja conquistar sua independência. Quando Gabriel (Fabio Audi) chega à sua escola, Leo começa a questionar suas emoções ao se sentir atraído pelo novo amigo. Disponível na Netflix e no Prime Video.
- Howard: Sons de um Gênio (2018)
Utilizando entrevistas em áudio com “balões de fala”, este documentário conta a vida de Howard Ashman, o compositor que morreu em 1991 de complicações da AIDS aos 40 anos e foi responsável pelas memoráveis letras de clássicos da Disney, como A Pequena Sereia e Aladdin. Disponível no Disney+.
- Love Lies Bleeding: O Amor Sangra (2024)
Love Lies Bleeding: O Amor Sangra acompanha Esther (Krysten Ritter), uma jovem obcecada pela perfeição física no mundo do fisiculturismo. A mistura do relacionamento tóxico com Stan (Billy Magnussen) com a pressão para atingir padrões extremos acabam empurrando a atleta para um caminho de autodestruição. Kristen Stewart, no papel de uma amiga íntima de Esther, intensifica a tensão emocional da história, que explora os perigos da obsessão e do controle. Disponível na Max.
- Madame Satã (2002)
A vida de João Francisco dos Santos, ícone da cultura marginal urbana do século XX, é o pano de fundo desta cinebiografia de Karim Aïnouz, que explora a trajetória do artista antes dele se tornar a lendária personagem Madame Satã. Disponível no Globoplay.
- Me Chame Pelo Seu Nome (2017)
Durante um verão na Itália, Elio (Timothée Chalamet), um adolescente de 17 anos, se vê encantado por Oliver (Armie Hammer), um estudante americano que vai passar a temporada com sua família. À medida que a conexão entre os dois se intensifica, nasce um amor arrebatador. Dirigido por Luca Guadagnino, o filme levou o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por explorar com sensibilidade o despertar sexual. Leia aqui nossa entrevista exclusiva com Guadagnino e a crítica do filme. Disponível na Netflix.
- Mistérios da Carne (2004)
Dirigido por Gregg Araki, outro nome inegável do cinema queer dos anos 1990, Mistérios da Carne aborda de forma crua os conflitos de identidade, desejo e sexualidade do adolescente Eric (Joseph Gordon-Levitt), que, em meio à confusão da puberdade e das primeiras experiências sexuais, apaixona-se por um rapaz mais velho. Disponível no Prime Video.
- Moonlight: Sob a Luz do Luar (2016)
Moonlight: Sob a Luz do Luar segue a vida de Chiron (interpretado ao longo da infância, adolescência e idade adulta por Alex R. Hibbert, Ashton Sanders e Trevante Rhodes, respectivamente), um jovem negro e gay criado em uma comunidade marginalizada de Miami. Dirigido por Barry Jenkins, o longa ganhou o Oscar de Melhor Filme em 2017, marcando uma importante vitória para a representação LGBTQIA+ no cinema. Disponível no Prime Video.
- Mãe Só Há Uma (2016)
Dirigido por Anna Muylaert, Mãe Só Há Uma conta a história de Pierre (Naomi Nero), um adolescente que descobre, de forma chocante, que a mulher que acreditava ser sua mãe não é sua mãe biológica. A revelação desencadeia uma série de conflitos familiares e questionamentos sobre identidade, pertencimento e amor. Disponível na Mubi.
- Minha Mãe é uma Peça (2013)
Antes de partir prematuramente, vítima das complicações causadas pela covid, Paulo Gustavo imortalizou seu nome no audiovisual nacional com Minha Mãe é Uma Peça, sucesso de bilheteria inspirado na peça de mesmo nome que traz o comediante interpretando uma releitura de sua mãe. Disponível na Netflix.
- Uma Mulher Fantástica (2017)
Dirigido por Sebastián Lelio, Uma Mulher Fantástica narra a história de Marina (Daniela Vega), uma mulher trans que enfrenta o luto pela morte de seu parceiro. Ao tentar lidar com o sofrimento da perda, ela se vê rejeitada pela sociedade, que questiona sua identidade e o direito de ela viver a dor de forma digna. Com uma atuação aclamada de Vega, o longa foi premiado com o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2018. Leia aqui nossa análise sobre o filme. Disponível na Netflix.
- The Normal Heart (2014)
The Normal Heart, dirigido por Ryan Murphy, narra o início da crise da AIDS em Nova York durante a década de 1980. A história acompanha um grupo de ativistas gays e seus aliados que lutam para expor a verdade sobre a epidemia, em uma época em que o governo e a sociedade se recusavam a enfrentar a realidade da doença. Disponível na Max.
- Orlando – A Mulher Imortal (1992)
Em Orlando – A Mulher Imortal, de Sally Potter, Tilda Swinton bota sua androginia pra jogo e interpreta um nobre amaldiçoado para viver eternamente jovem e que, após 400 anos, ainda perambula pela Inglaterra renascido no corpo de uma mulher. Disponível no Telecine e no Globoplay.
- Parceiros da Noite (1980)
De William Friedkin, Parceiros da Noite é um thriller psicológico que segue um policial (Al Pacino) de Nova York à paisana na comunidade LGBTQIA+ para investigar uma série de assassinatos brutais. À medida que se adentra no mundo do sadomasoquismo, o detetive começa a perder sua percepção de realidade e sanidade. Leia nossa análise aqui. Disponível no Looke.
- Paris is Burning (1990)
Paris is Burning explora o auge da cena ballroom em Nova York durante os anos 1980, focando nas drag queens e na comunidade LGBTQIA+ marginalizada. O documentário, dirigido por Jennie Livingston, tornou-se um marco do cinema queer e segue influenciando toda uma geração de artistas até os dias de hoje. Leia aqui uma matéria especial sobre o legado imortal de Paris Is Burning. Disponível na Mubi e no Prime Video.
- Passagens (2023)
Passagens é focado em Thomas (Franz Rogowski), um cineasta que, apesar do casamento com Martin (Ben Whishaw), envolve-se em um caso apaixonado com Agathe (Adèle Exarchopoulos). Quando Martin começa a viver outros romances também, um Thomas emocionalmente instável volta a se concentrar no marido, criando um ciclo de desejos e conflitos. Dirigido por Ira Sachs, o filme mergulha nas complexas dinâmicas de um triângulo amoroso. Disponível na Mubi.
- Pedágio (2023)
Suellen (Maeve Jinkings) trabalha como cobradora de pedágio no interior de São Paulo, quando vê uma oportunidade para ganhar dinheiro de forma ilegal e custear um caro tratamento de “cura gay” para seu filho, Tiquinho (Kauan Alvarenga). Dirigido por Carolina Markowicz. Disponível no Globoplay.
- Praia do Futuro (2014)
Donato (Wagner Moura), um salva-vidas brasileiro, vê sua vida virar de cabeça para baixo quando conhece Konrad (Clemens Schick), um alemão que sofre um trágico acidente nas águas de uma praia do Ceará. Do prolífico Karim Aïnouz, Praia do Futuro causou alarde à época de sua estréia por trazer Moura, logo após o sucesso de Tropa de Elite, protagonizando uma cena de sexo com outro homem. Disponível na Globoplay e no Prime Video.
- Priscilla, a Rainha do Deserto (1994)
Clássico cult lançado em 1994, Priscilla, a Rainha do Deserto é um road movie dirigido e roteirizado por Stephan Elliott. A trama acompanha duas drag queens e uma mulher trans numa jornada de ônibus pelo interior da Austrália. Com atuações memoráveis de Terrence Stamp, Guy Pearce e Hugo Weaving, o filme tornou-se uma referência para narrativas LGBTQIA+ ao redor do mundo, tanto no cinema quanto em outras linguagens. Sua influência é tamanha que uma continuação já foi anunciada e uma peça inspirada no filme percorreu o Brasil. Leia nossa análise aqui. Disponível no Telecine.
- Queer (2024)
De Luca Guadagnino, Queer é um drama romântico e histórico baseado no romance de 1985 de William S. Burroughs. Ambientado na vibrante Cidade do México dos anos 1940, o filme segue um expatriado americano rejeitado (Daniel Craig), que, em busca de identidade e redenção, envolve-se profundamente com um homem mais jovem (Drew Starkey). Leia aqui a nossa crítica do filme. Disponível na Mubi.
- Rafiki (2018)
Em Rafiki, dirigido por Wanuri Kahiu, acompanhamos o romance proibido entre Kena (Samantha Mugatsia) e Ziki (Sheila Munyiva), duas jovens que se apaixonam no Quênia, onde a repressão contra o amor entre pessoas LGBTQIA+ é intensa. O filme chegou a ser proibido no país africano e ganhou destaque ao figurar na seleção dos festivais internacionais de cinema – dentre eles, Cannes. Leia nossa análise sobre o filme aqui. Disponível no Telecine.
- Retrato de Uma Jovem em Chamas (2019)
Aclamado no Festival de Cannes, onde a diretora Céline Sciamma recebeu o prêmio de Melhor Roteiro, Retrato de Uma Jovem em Chamas acompanha a história de Marianne (Noémie Merlant), uma pintora na França do século XVIII que é contratada para pintar um retrato de Héloïse (Adèle Haenel), jovem aristocrata que está prestes a se casar. Com o tempo, surge uma conexão profunda entre elas. Leia aqui a nossa crítica do filme. Disponível no Prime Video.
- Rotting in the Sun (2023)
Parte sátira, parte crítica social, Rotting in the Sun traz seu diretor, o chileno Sebastián Silva, como um cineasta viciado em ketamina que encontra no influenciador Jordan Firstman uma nova inspiração. O filme estreou no Festival de Sundance de 2023 e ganhou fama por exibir cenas de nudez frontais e sexo explícito sem muita parcimônia. Disponível na Mubi.
- São Paulo em Hi-Fi (2013)
São Paulo em Hi-Fi, dirigido por Lufe Steffen, mostra como era a noite gay em São Paulo nas décadas de 1960, 1970 e 1980. Através das vivências de dançarinas e transformistas que se apresentavam em casas noturnas icônicas da cidade, o filme revela as dificuldades enfrentadas por essas figuras, desde a repressão da ditadura militar até a explosão do HIV. Disponível no Youtube.
- O Segredo de Brokeback Mountain (2005)
Uma das principais obras do cinema LGBTQIA+ neste século, O Segredo de Brokeback Mountain conta a história de Ennis Del Mar (Heath Ledger) e Jack Twist (Jake Gyllenhaal), dois homens que desenvolvem um romance secreto enquanto trabalham como vaqueiros nas montanhas de Wyoming, nos anos 1960. O filme foi indicado a oito Oscars, dos quais ganhou três, incluindo Melhor Diretor para Ang Lee. Disponível no Telecine e no Disney+.
- Sem Coração (2023)
Verão de 1996, litoral de Alagoas. Tamara (Maya de Vicq) está aproveitando suas últimas semanas na vila pesqueira onde mora antes de partir para Brasília. Ao ouvir falar de uma adolescente apelidada de Sem Coração por causa de uma cicatriz que tem no peito, ela começa a sentir uma atração crescente pela menina misteriosa. Maeve Jinkings, Kaique Brito, Erom Cordeiro e Alaylson Emanuel integram o elenco do longa, que é escrito e dirigido pela dupla Nara Normande e Tião, e inspirado no curta de mesmo nome. Disponível na Netflix.
- Tangerina (2015)
Antes de vencer o Oscar de Melhor Filme por Anora, Sean Baker estreou com Tangerina, um filme ousado que segue Sin-Dee (Kitana Kiki Rodriguez), uma prostituta trans que descobre que foi traída por seu namorado e cafetão enquanto estava na prisão. Com a companhia de sua melhor amiga Alexandra (Mya Taylor), ela percorre as ruas de Los Angeles em busca de vingança. Disponível no Mercado Play.
- Tár (2022)
No complexo Tár, de Todd Field, Cate Blanchett interpreta uma renomada condutora de orquestra que, aos poucos, vê sua vida pessoal e profissional desmoronar devido a uma série de escândalos e acusações. Disponível no Prime Video.
- Tatuagem (2013)
No Brasil de 1978, durante a ditadura militar, a trupe de teatro Chão de Estrelas, dirigida por Clécio Wanderley (Irandhir Santos), desafia a repressão com espetáculos subversivos e provocadores. É nesse contexto que Clécio se envolve com Fininha (Jesuíta Barbosa), um jovem soldado, em um encontro que mistura os mundos distintos do militarismo e da arte. Dirigido por Hilton Lacerda, o filme apresentou Jesuíta Barbosa ao Brasil e ainda trouxe Johnny Hooker na trilha sonora. Disponível na Netflix.
- Tinta Bruta (2018)
Dirigido por Filipe Matzembacher e Marcio Reolon, Tinta Bruta acompanha Pedro (Shico Menegat), um jovem que enfrenta um processo criminal enquanto lida com a mudança de sua irmã para o outro lado do país. Sozinho em seu quarto, ele se expressa através da dança, coberto de tinta neon, transmitindo suas performances eróticas para milhares de estranhos pela webcam. Disponível no Telecine.
- Todos Nós Desconhecidos (2023)
Inspirado num romance de Taichi Yamada, Todos Nós Desconhecidos, de Andrew Haigh, conta a história de Adam (Andrew Scott), um escritor que tem a vida abalada após desenvolver um relacionamento atípico com o seu misterioso vizinho (Paul Mescal). À medida que se aproximam, Adam é levado de volta à casa em que cresceu, onde descobre que os pais falecidos aparentemente estão vivos e com a mesma aparência de 30 anos atrás. Prepare-se para terminar o filme com o coração despedaçado. Disponível na Disney+.
- Tudo Sobre Minha Mãe (1999)
Neste clássico de Pedro Almodóvar, Manuela (Cecilia Roth), uma mãe solteira em Madri, perde seu único filho. Desesperada, ela vai a Barcelona em busca do pai de Esteban, que hoje atende por Lola (Toni Cantó), uma travesti que sequer sabia da existência do jovem. Lá, Manuela torna-se assistente de Huma Rojo (Marisa Paredes), a atriz que seu filho admirava. Disponível na Mubi e no Prime Video.
- Vera (1986)
Vera, dirigido e escrito por Sérgio Toledo, é um drama nacional inspirado na autobiografia A Queda para o Alto, de Anderson Herzer, primeiro autor trans publicado no Brasil. O filme conta a história de Herzer (Ana Beatriz Nogueira), um homem trans que, ao viver em um internato em São Paulo, enfrenta intensos preconceitos e desafios emocionais que marcarão sua vida para sempre. Leia nossa análise sobre o filme aqui. Disponível no Youtube.
- Vermelho, Branco e Sangue Azul (2023)
Baseado no livro homônimo de Casey McQuiston, Vermelho, Branco e Sangue Azul conquistou o público por sua leveza, dispensando a tragédia e sofrimento comumente associadas às narrativas LGBTQIA+ no cinema. Ter Uma Thurman no elenco e a química entre os atores Taylor Zakhar Perez e Nicholas Galitzine também ajudou a tornar a obra um ótimo conto de fadas queer. Leia nossa crítica completa sobre o filme aqui. Disponível no Prime Video.